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sexta-feira, 22 de abril de 2016

O dia da Terra

 Ventor  22.04.16

Hoje é o dia da Terra mas, a Terra não devia ter só um dia. Todos os dias deviam ser dia da Terra. Quando digo Terra (sempre com T grande, notem bem), refiro-me ao nosso Planeta Azul. Aquela bola azulada que se vê do espaço, lá bem de longe, como a têm visto todos aqueles que fizeram a sua Grande Caminhada pelo grande Espaço, para além da nossa atmosfera. Portanto, pela Exosfera dentro.

Os nossos amigos do Chalanger, do Atlantis, de uma Soyus qualquer coisa, têm mostrado para todos nós, a beleza desta bola azul muito para além dos narizes que lhe apontavam. E ela, essa bola azul, como todos sabemos, é o nosso ninho.

Ei-la, a Bola Azul, o Planeta Terra a que eu e outros chamamos o Planeta Azul: 

Não é lindo o nosso Planeta Azul? Pois, ... é azul!

Mas sempre que eu caminho num nicho do nosso Planeta Azul, por muito pequeno que seja, ele é lindo. Sempre que observo campos de flores ou os meus amigos penudos, e aquela belas e variegadas de cores, de uns e outros, só posso concluir que o nosso Planeta Azul é uma beleza. Ainda ontem e hoje, caminhei entre belas flores e belos penudos e continuo a concluir que, sem eles, nós não éramos nada. Nada! A cadeia dos seres vivos é um emaranhado de certezas. Eles são tudo, nós somos o complemento.

Papoilas, belezas deste Planeta Azul

Todos nós, não somos nada, uns sem os outros. Afinal, nós somos o mundo! Mas, considerando que só o homem é racional, pelo menos até certo ponto, pois continuamos a sonhar que apenas nós fomos bafejado pelo Senhor da Esfera, para tentarmos caminhar em sua direcção, somos nós que, temos tramado tudo e temos de ser nós, o homem, a repor tudo o que o mesmo raciocínio nos mostra ter de ser feito.

A terceira rola brava que observei este ano - ontem


 Papoilas

Eu sou daqueles que andam aos saltos entre o que foi, o que poderá ter sido e o que gostaríamos que tivesse sido. Eu sou daqueles que pensa nas mensagens deixadas pelos sumérios e outros. Eu sou daqueles que pensam "porque não"? Porque não vieram os deuses de um lado qualquer? Porque não vieram os reis, de milénios atrás, do espaço? Porque não (dizem alguns dos sabidos), se foram escritos em metais ou rochas que não existem na terra? Porque temos de duvidar de tudo que nos dizem, se nos dizem que, realmente, pode ter sido? Porque não?

 

Belezas Penudas deste Planeta AZul. Eles esvoaçaram de entre as ervas, onde se alimentavam, para as olaias, observando e gritando "avé Ventor"!

Mas não vamos pensar nisso, deixemos isso para os experts. Pensemos como devemos recuperar tudo o que está a ser perdido. A maioria dos animais e plantas, no nosso Planeta Azul, estão em plano inclinado - vias de extinção. Temos de fazer um trabalho titânico para recuperarmos muito do que estamos a perder. Então, se somos animais de raciocínio, raciocinemos! 

Papoilas, uma de cada cor - todos os dias recebo mensagens das belezas do nosso planeta Azul. Ou reais ou em sonhos

Vamos velar pelos nossos companheiros de caminhada, pelo nosso Planeta Azul e, velando por todos eles, velaremos por nós próprios. Até os casmurros dos Chineses e dos Americanos (born in USA), já chegaram a essa conclusão. Assinaram hoje, o acordo de Paris, sobre o Aquecimento Global. Mas será necessário fazer muito mais! Mesmo que comecemos lentamente, temos de acelerar ao máximo.

Vamos a isso.

quarta-feira, 22 de abril de 2020

Dia da Terra

 Ventor 22.04.20

É o 50º ano que se comemora este dia que devia ser do interesse de todos. Quando digo todos, é todos mesmo. Em 1970, estava eu em Lisboa no Monsanto, no GDACI (Grupo de Detecção, Alerta e Conduta de Intersecção), na Força Aérea, quando ouvi falar pela primeira vez, no Dia da Terra. Um colega meu, julgo que era da Polícia Aérea, levava um rádio na mão e, tal como ele, ouvi as notícias que teriam tido origem nos USA. 

Agora, a conclusão que tiro é que essa luta pouco ou nada tem valido, quando reparo nas estatísticas dos últimos 50 anos: a população mundial duplicou, o consumo de recursos naturais triplicou, que existem cerca de um milhão de espécies em vias de extinção, que os oceanos têm panelas de sopa de plástico com milhões de km2 de extensão e bateram um recorde de temperaturas o ano que passou - 2019. E recordo-me eu que, no navio Niassa, de regresso a Lisboa, apareceu alguém a descascar laranjas e mandar as cascas para o chão. Apareceu o comandante militar do navio, um coronel do exército: "isto não se faz! Deitam-se para o mar que o mar absorve tudo"! Pois!


Um guarda-rios, daqueles que caminham ao lado do Ventor

Também verificamos que o nosso planeta está cada vez mais a caminhar para o seu fim. Por este andar será uma questão de tempo para ser um planeta morto. Apesar de se tentar fazer alguma coisa para inverter tudo isto, somos obrigados a concluir que é pouco e que o plano de salvação da Terra se inclina cada vez mais.

Vejam o que se passa, como exemplo, com os glaciares existente nos Alpes suíços, com os glaciares da Antárctida, entre outras formas de como o aumento da temperatura vai "incinerando", passe a expressão, o nosso mundo e, ainda por cima, como ainda existe gente, na cambada política mundial que, geralmente, não passa cartão àquilo que nos entra todos os dias pelos olhos dentro - a morte acelerada do nosso planeta.

Eu posso dizer que, a partir de 2.000 me apercebi que alguma coisa foi feita nos arredores de Lisboa. Limparam-se os riachos completamente podres e mal cheirosos, onde os bichos, peixes e outros, não sobreviviam a não ser ratazanas e com essa limpeza, começaram a aparecer os peixes, passarada e, entre estes, os guarda-rios que como sabemos, eles só vão colorir de azul ribeiros com peixe. Podia passar aqui o dia todo a teclar para escrever tanta coisa que nos irá matar e não será só o coronavírus. Este apenas vem agravar e acelerar a nossa caminhada no planeta Terra.

Olhem-me esta beleza.


O nosso mundo é belo não o deixemos morrer. Quando um guarda-rios apanha peixe, significa que não há poluição, por isso eu o coloco aqui para exemplificar as melhorias dos nossos rios

sábado, 6 de dezembro de 2003

Uma rocha negra de basalto

 Ventor 06.12.03

Numa manhã coberta, meio sol, meio sombra, levantei-me, olhei pela janela e vi as ramadas da árvore da rua, frente à janela, a vassourar o vento. O vento passava, esfregava-se e a árvore sacudia-se toda a tentar vassourar o atrevido que, ia atirando contra a parede e contra as vidraças da marquise ao mesmo tempo que, umas réstias de sol penetrante se entretinham a espreitar a refrega entre os dois. Eu olhei e apercebi-me que umas nuvens brancas também partilhavam dessa festa anacrónica, a cinco. Eu, o vento, a árvore, o sol e as nuvens.

 

Por entre as árvores e candeeiros, em Vilamoura, a presença do meu amigo Apolo, fonte de vida

Fui-me vestindo, ao mesmo tempo que fazia exercícios de aquecimento e arranjava forma de ir ganhando ânimo para as restantes tarefas matinais, fazer a barba, tomar duche, tomar o pequeno almoço, calçar-me e imaginar o que fazer para continuar o meu dia o mais operacional possível e contrariar as investidas da minha coluna.

Fazia falta pão para o almoço e eu achei ideal ir buscar o pão, o mais longe possível dentro das minhas possibilidades que, no momento, não estavam a ser grande coisa, para poder dar algum alento aos discos lombares que, em certos momentos, precisam de afago.

Disse que ia buscar o pão, mas que ia a pé, e não sabia quando vinha, pois ia aproveitar para dar uma caminhada, tanto quanto pudesse. Aproveitei para caminhar, ir ao banco e trazer o pão do Borel. Sentei-me para beber um café, numa mesa junto à janela, de onde posso fazer a cobertura visual do IC 19, direito à serra de Sintra e aproveito para dar uma olhada para a serra e o Palácio da Pena, lá longe, bem alcandorado sobre a serra, numa posição majestática, mais parecendo um ninho de águia, sempre aprumado e altivo, pronto para abraçar todo o mundo e arredores.

Pois como devem imaginar, da serra de Sintra, apesar da sua pequena altura, consegue-se abarcar o Mundo! E se eu abarco com a minha vista, desde o Borel, aquele belo castelo e o castelo abarca o Mundo, eu Ventor, através dele, também abarco o Mundo.

Bebi o meu café e peguei no pão, regressando a casa e, mais uma vez, não utilizei o caminho mais curto, mas segui pelo mais longo. Subi em direcção do Casal de S. Brás e, depois, desci por um novo jardim que vai ser grande, segundo o Presidente da Câmara me disse, pois irá abarcar toda a zona da Falagueira ocupada pelas barracas junto à ribeira do mesmo nome.

Águas correntes límpidas, e pacíficas, com belos penudos, aguardamos nos nossos ambientes

Ao descer o jardim, perante uma réstia de calor matinal, já junto ao meio dia, apercebi-me que nesta altura do ano, ainda haviam lindas borboletas! Fiz um desvio e, aproximei-me do "caneiro" da Falagueira, é assim que eu chamo à ribeira, e decidi espreitar o local onde as borboletas foram pousar, depois de virem sempre a dar à asa à minha frente, até junto dos arbustos e do canavial ali existente.

Espreitei e verifiquei que junto a umas canas, o local era escuro. Aproximei-me mais e, imaginem, descobri uma rocha que muita gente terá deixado de ver devido às "machambas" ali existentes e ao matagal junto à água corrente, mas conspurcada pela poluição como todas as águas correntes, hoje em dia.

Voltei a ver as borboletas, lindas como sempre, e ao tentar regressar ao caminho, ouvi um, pzz , pzz, pzz, e achei que era um passarinho que estava ali, se calhar como eu, mas com outro fito na observação das borboletas. O pzz, pzz, voltou-se a repetir, e eu voltei a olhar. Qual o meu espanto, quando uma voz magnífica se levanta do meio da rocha e me chama: "Ventor, Ventor"! Eu começo a olhar e não vejo mais nada que a rocha negra! A voz repete: "Ventor, que vês"? Vejo uma rocha - disse eu - uma rocha negra!

 

Uma rocha de basalto, tirada da Wikipédia

 "Pois" - diz a rocha - "é assim que toda a gente me vê. Não passo de uma rocha! Mas eu sou mais que isso, Ventor. Lá que as outras pessoas não me vejam, eu ainda aceito, mas tu Ventor!? Tu não consegues olhar para a rocha e ver-me"?

Bem, eu estou reduzido a um simples observador dos homens, mas tu, estás para além de uma simples criatura humana. Por isso me tens passado despercebida, mas já agora, identifica-te e diz-me que fazes aí, como uma mera rocha negra?

Como calculas não tenho assim tanto poder que possa aperceber-me de todos os sons que ouvi através dos milénios!

E assim falou para mim aquela rocha negra: "Eu sou a desterrada de Vulcano, Ventor! Antes das Tâgides, a quem Camões pediu inspiração, e ainda muitos outros antes do Camões, era eu quem inspirava os poetas que antecederam todos aqueles de quem as gentes, através dos milénios, têm ouvido falar. Eu, Ventor, sou uma Tâgide dos princípios do Mundo, ainda do tempo em que o Tejo era embalado pelas ninfas das fontes como uma corguinha onde se acumulavam as escorrências das águas das nascentes e das chuvas".

"Eu percorri todos os caminhos dos arautos da poesia, que através dos tempos têm cantado canções já esquecidas dos homens e do tempo. Vulcano furioso com a minha condescendência para com os primeiros habitantes desta linda terra que posteriormente veio a ser a tua Lusitânia, lançou-me um anátema e transformou-me nesta rocha negra, que tu vês! Por aqui tenho estado há milénios, desde o tempo que Vulcano revolveu toda esta terra e me transformou num amontoado de lava consistente e dura para toda a eternidade".

"Essas borboletas que tu tens vindo a apreciar, são as minhas companheiras de infortúnio. Foram elas que te foram buscar aí a cima, e te trouxeram até mim, pois eu sempre que te vejo passar, apetece-me falar-te, mas tu segues sempre apressado e determinado na persecução dos teus objectivos e nunca me atrevi a implorar-te o teu reconhecimento da minha desventura.

Hoje estás mais calmo, sem pressas e pronto a ouvir todos os desgostosos dos seus infortúnios e achei que estava na hora de alguém ficar a saber da minha existência aqui, em forma de rocha, a que muitos, já se atreveram a confundir com uma moura encantada".

macho-machon - A beleza animal e vegetal dependerá da nossa preocupação com o futuro

"As mouras de que falam são as ninfas que me guardam e que se transformam em borboletas e vão tentando inspirar as pessoas a terem forças, senão para cantarem as suas novas canções, pelo menos a continuarem a suportar, no seu infortúnio, o peso das injustiças".

"Mas olha Ventor, eu já fui feliz aqui, em forma de pedra negra, quando esta ribeira era percorrida por águas límpidas, e as suas encostas eram floridas. Esta já foi uma terra ilídica, cheia de flores e muitos outros encantos da Natureza. Ainda há bem pouco tempo, alguns anos apenas, eu servia de lavadouro às mulheres da terra. Eu via por estas margens as crianças brincarem atrás das minhas borboletas, a apanharem flores e, deliciando-se a ouvir o cântico dos grilos e dos ralos.

Grilos - Uma beleza entre as ervas ... nos poulos das minhas Montanhas Lindas

"Viam saltar os gafanhotos e o esvoaçar das libelinhas azuis e verdes e banhavam-se nas águas límpidas que escorriam encostas abaixo, por entre salgueiros, abençoadas por S. Brás. Agora, só vejo à minha volta, a conspurcação total, que desce desde a serra da Mira, e se vai infiltrar naquele rio Tejo que eu já fiz o mais lindo de todos. O Tejo já foi invejado pelo Reno, pelo Sena, pelo Danúbio, pelo Tamisa" ...

"Todos os grandes rios da Europa já invejaram o Tejo, pela sua beleza bucólica, pelas suas águas puras, pelas suas Tâgides. O Reno teve o seu Anel de Nibelungo, o Danúbio teve o seu azul, as suas balsas e os seus cisnes, mas o Tejo teve na sua embocadura as partidas de grandes esperanças e as chegadas de fragatas cheias de mundos. Luta por isso tudo Ventor! Luta para que esta ribeira volte a ter vida limpa, para que a minha aparência, embora negra, volte a ser airosa e bela. Tão bela que as borboletas possam esvoaçar sob os raios de sol límpidos, onde Apolo possa continuar a passear o seu belo manto dourado espraiado sobre veludo azul, cosido com linhas de platina, e continue a fazer brilhar seus raios sobre estas águas".

Despedi-me da desterrada de Vulcano que ficou mergulhada no seu profundo lamento e parti para o almoço. Para trás ficaram também as borboletas num puro bailado aéreo exibindo as suas vestes multiformes e multicolores para que eu as recordasse como continuam belas na companhia da sua ama. 

É de um bom ambiente que depende o nosso mundo e das flores, a sua beleza. Por aqui já houve carrasca e ainda as há da parte de trás viradas para Belas 

Eu quero ser eterno companheiro do Ventor na nossa Grande Caminhada

domingo, 22 de abril de 2012

O dia da Terra

 Ventor 22.04.12

Eu prefiro chamar-lhe o dia do Planeta Azul!

O Dia da Terra, nasceu em 22 de Abril de 1970 e foi criado pelo Senador americano, Gaylord Nelson, um activista ambiental. A sua caminhada pelo bom ambiente do nosso espaço azul, foi logo apoiada por milhares de universidades e de escolas primárias e secundárias e, esse movimento levou a que, dois anos depois (1972), em Estocolmo, fosse realizada a primeira conferência sobre os problemas ambientais, creio sobre a égide das Nações Unidas. 


Como o Planeta Terra deve ser tratado para continuar a ser o nosso Planeta Azul  

Como casa de todos os seres vivos, esta atitude do senador Gaylord Nelson, deve continuar a ser apoiada por todas as pessoas, por todos os povos de todas as nações e deveriam levar a disciplina ambiental a ser a primeira de todas a levar em conta desde o primeiro ano que uma criança entra em qualquer escola, pública ou privada.

Por isso, deixo aqui a minha homenagem ao senador Gaylord Nelson e a todos os que, neste Planeta Azul, seguem as suas ideias na luta sempre digna, pela correcção de tudo que preserve o Planeta Azul e todos os seres que nele habitam.

terça-feira, 24 de agosto de 2004

O Planeta X ou Nibiru

 Ventor 24.08.04

Eles andam aí ... os Annunakis dos Sumérios!

O Ventor já me falou deles algumas vezes e eu com toda a franqueza, gostaria de vos falar deles mas o Ventor nunca foi muito explícito sobre essas conversas. Uma vez desafiou o nosso amigo Patacôncio para discutirem num Fórum tudo o que é sabido sobre o Planeta X, mas acabou tudo por ir por água abaixo. Agora que eu estou a ficar com vontade de conhecer os Annunakis, vou espicaçar ao Ventor para me falar de tudo que sabe sobre os Annunakis e o seu planeta Nibiru a que também chamam Marduk. Tentarei convence-lo. Terei mais umas coisas para vos dizer sobre o Império de Alexandre, mas esse ficou muitos séculos para trás e os Annunakis estão quase nos nossos horizontes. Eis, a seguir, o que o Ventor já me falou sobre eles:

Aproximam-se a alta velocidade do nosso Planeta Azul. O nosso planeta e deles também, segundo os Sumérios.

Os Sumérios falam deles nas suas tabuinhas de barro cozido, as suas famosas bibliotecas de escrita cuneiforme. Eu não quero falar deles, mas sempre te deixo umas luzinhas.

Uma das famosas "tabuinhas de barro dos sumérios

Eles, os Sumérios, sabiam que os Annunakis já cá andaram que, alguns, por cá terão ficado e que, segundo os cálculos por eles deixados nas tais tabuinhas de barro, voltarão, em força, 3.600 anos depois. Esses 3.600 anos do nosso tempo, são um ano para os Annunaki. Um ano, na sua contagem do tempo é o tempo que Nibiru, o seu planeta, leva a fazer o seu movimento de translação, desde que parte do ponto mais próximo do nosso Planeta Azul até regressar ao ponto mais próximo outra vez. O Nibiru a que alguns chamam entre outros nomes de Marduk, é nosso companheiro nesta esquina da nossa Galáxia, acabando sempre por vir dar uma olhada ao nosso Sol e ao nosso planeta, na sua caminhada de 3.600 anos nossos, o tal ano dos Annunakis.


Annunaki

Foram os Annunakis, habitantes de Nibiru que tripularam naves espaciais e especiais se quiserem, para pousar na Terra, aterrarem e comunicar com os nossos primitivos povos, havendo até, aqueles que pensam que foram esses homens que fizeram transformações genéticas, etç. Uma grande baralhada! Foi do meio deles que apareceram os deuses de que muito ouvimos falar, vários ou os mesmos com nomes diferentes, como ... aqueles de que ouvem falar.

No dia 21 de Dezembro de 2012, Nibiru voltará a atingir o ponto mais próximo do nosso planeta e poderão voltar a aterrar, a amarar, a "planar" em volta, em forma de satélite.

Só que, essa aproximação pode trazer-nos imensos problemas. As forças de tracção e repulsão, em confronto, poderão ser alteradas e até o nosso amigo Apolo corre perigos.

Vai correr perigo o nosso Planeta Terra como correu Tiamat? Que se irá passar de facto?

Ninguém sabe, apenas os cálculos astrológicos dos sumérios nos deixam suspensos das várias hipóteses que nos esperarão além de uma profecia suméria que será o "dia do Juízo Final".

Segundo informações diversas, a Nasa já terá avistado Nibiru - o Planeta X. Mas ou sabe tudo e não diz nada ou não sabe mesmo nada a não ser que ele vem aí. E, segundo os cálculos sumérios ou a profecia suméria, nos informam que nós ou nós e o Planeta Terra (parte do velho Tiamat), corremos, de facto, grandes perigos.

I see the bad moon rising

As forças tractoras do Sol, da Terra, da Lua, de Nibiru, ... vão digladiar-se nos espaços envolventes e, provavelmente, nem nós nem os Annunakis estaremos em condições de fazer seja o que for no caso da coisa dar para o torto.

Podem passar pelo nosso Planeta alguns deuses Annunakis ou outros, com grandes poderes ou sem eles mas, o Senhor da Esfera é só um e tudo vai depender dele. Não tenhamos "medo" dos Annunakis. Tenhamos "medo", apenas e só, dos desequilíbrios que as forças gravitacionais possam causar a nós e aos Annunakis.

Mantenhamo-nos atentos!

Os Annunakis desembarcarão no Planeta Terra, no nosso Planeta Azul mas, eles são seres inteligentes e, certamente, vão gostar da nossa companhia e nós da deles.

Segundo o que dizem as tabuinhas de barro sumérias traduzidas por Zecharia Sitchin, ou alguém que terá interpretado as traduções de Sitchin, essa gente de Nibiru, terá acampado cá na terra para obter ouro, necessário, então, para defender o seu Planeta de um efeito de estufa semelhante ao que hoje nos preocupa no nosso planeta.

Não podes dizer mais nada Quico, para já.

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Caminhadas do Ventor, por Trilhos de Sonhos e de Realidades, cujas histórias contou ao Quico e o Quico contou-as, para vós, brincando. Foi sob o Tecto do seu amigo Apolo que aprendeu a conhecer os seus amigos, ... como o deus nórdico Freyr e o seu javali Gullinbursti, entre outos

sábado, 1 de setembro de 2018

Idade Geológica da Terra

 Ventor  01.09.18

Como terá evoluído o Planeta Terra segundo a visão de Woudloper um jovem geologista de Berna, Suíça, que nos deixou um diagrama que já não possuo.

Segundo Woudloper, tudo terá começado há cerca de 4.550.000.000 de anos (4 biliões e 550 milhões de anos)

Com medidas, contra-medidas e muitos sonhos pelo meio, misturados com um pouco de outras medidas e contra-medidas de outras várias ciências, o geólogo suíço e, certamente, muitos outros, terá chegado a estas várias conclusões dentro da conclusão geral desse diagrama.

Tudo terá começado há cerca de 4,550 biliões de anos! Tudo terá rolado ano após ano sem ninguém nos dizer nada mas, com ciências e imaginação ou se preferirem, muitas imaginações, nós também imaginamos os trambolhões que isto deu nos tais biliões de anos.

A Bíblia foi muito mais simples. Sete dias e está tudo feito!

Um dia para plantar as couves;

um dia para as regar;

um dia para as colher;

um dia para lhes tirar as lagartas e lava-las;

um dia para as coser;

Um dia para as comer:

e mais um dia para traçar a perna, colocar as mãos entrelaçadas por trás da carola e, ... pensar "como foi bom"!

Claro que tudo isto é muito relativo, quer nas idades geológicas quer nas histórias dos livros que a Bíblia nos conta e até parece que foi na semana passada.

Vai apetecer-me brincar, um pouco, com isto. Afinal o Planeta não é só azul! Predomina o azul mas tem uma miríade de composições de coloridas.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2004

As andorinhas andam aí

 Ventor 06.02.04

Alguém disse que as andorinhas já andam aí?

Um dia, não muito longe, se calhar, mas eu espero que não, diremos: "as andorinhas não voltaram"!

Pessimismo? Não! Uma realidade evidente e quase certa! Mas as andorinhas são, para mim, animais muito especiais! Um dos maiores prazeres que eu levarei desta vida é o meu diálogo travado com as andorinhas por terras do Alentejo. Já salvei a vida a uma pequenina que caiu do ninho à minha frente. Coloquei-a, sob minha protecção, numa esquina de um quintal e, ali, a defendi uma tarde dos gatos das vizinhanças e não tardou muito, andavam os pais a dar-lhe de comer, ali, mesmo à minha frente!

As andorinhas também vão à missa, em S. Bento da Porta Aberta

Tão contentes estavam, que não faziam um único voo sem passar por cima da minha cabeça, como sinal de reconhecimento. Antes da noite chegar, aproveitei o afastamento dos pais, peguei num escadote, calcei umas luvas de borracha lisa, peguei na pequenina e coloquei-a no ninho! Quando os pais chegaram foram direitos á que deveria estar no chão. Atrapalhados por não a verem, subiram ao ninho para dar de comer à outra. Ao verem as duas, o chilreio foi de tal ordem que nem dava para acreditar.

Saíram em mais uma passagem baixa sobre a minha cabeça e não tardaram em regressar para darem mais comer às duas! Ali ficava eu, com o Martini na mão a dialogar com as andorinhas, à minha direita, a olhar a água espelhada do Mira lá em baixo e a ver, do lado de lá do rio, as cabras da Tieta do Agreste (era assim que eu lhe chamava em honra da telenovela brasileira que andava por aí)!

Andavam lá, todos os dias, umas cabras junto ao rio e eram o meu entretimento e do pai do Tomás, vê-las ao cair da noite, juntarem-se a umas rochas onde iriam pernoitar! Ainda a tempo, também antes do cair da noite, eu e o pai do Tomás e o primo, descíamos ao rio para ouvir a sinfonia da nossa passarada e o recolher de todos. As felosas cantavam a alegria da Primavera, mesmo quando tramadas pelos cucos que lhes roubavam o ovo para colocar o seu!

Quando subíamos, já as nossas andorinhas estavam deitadas e só na manhã seguinte, voltávamos a ter a sua companhia! E para além delas, à medida que o robe que Apolo usava se estendia sobre as costas do Mira, afinando o cântico à passarada, aparecia o nosso amigo cuco a desafiar o vosso amigo Ventor para mais uma desgarrada! A chegada das andorinhas são a primeira expressão da Primavera que se aproxima!

 

Elvas, bombas de gasolina

 "Vês, Ventor" ... disse-me uma andorinha quando no verão passado eu ia a caminho de Cáceres ou Granada, já não tenho a certeza! Uma das vezes metemos gasolina nessa bomba  ... "o calor é tanto, que já nem água temos para construir as nossas "palhotas"! Aproveitamos os resíduos de água, óleo e gasolina para misturarmos com um pouco de terra e palha seca, para fazermos as nossas tijoleiras!

O nosso bico quase rebenta de tanto sacrifício que fazemos para tentarmos criar e conseguirmos levar os nossos rebentos de volta que, provavelmente, nos substituirão no próximo Verão na eventualidade de um azar! Já não sei se teremos força para levá-los connosco e menos ainda se conseguiremos voltar com eles"!

Elas tinham razão! Este mundo está a ficar cada vez pior, também para as andorinhas.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Dia da Terra

 Ventor 22.04.09


Eles vivem em nichos, tal como muita gente já o faz em pontos do globo e, num futuro próximo, viveremos todos entrincheirados, num canto qualquer, definhando


Uma beleza junto à Av. Lusíada, comendo e tendo nos intervalos uns dedos de conversa com o seu amigo Ventor

  Planeta Azul - Na Rota do Lince Ibérico A beleza do Lince Ibérico. Foto tirada da Wikipédia atribuída ao "Programa de Conservación Ex...